No final de semana passado, eu e meu marido fizemos o test drive do novo Sportage (Kia). Ele, deu a a opinião de especialista dele (clica aqui) e eu a minha. Vejamos o que achei:
O OLHAR FEMININO (por Débora Quirino, coordenadora de mídia)
Na minha visão feminina e, provavelmente, na das minhas amigas motoristas, a análise do carro é bem mais simples. Isto porque nossas preocupações são outras. Vamos deixar para os nossos maridos a incumbência (seria a chatice?) de observar detalhes tipo: quantos quilômetros o carro faz por litro, potência, torque, etc. Tudo grego pra nós!. Para mulheres sábias, este tipo de conta é feito da seguinte maneira: Coloco “X” de gasolina por semana. Se passar disto, é porque fui visitar uma amiga que mora longe. Ah, tem muitos porta-trecos? Beleza!
Voltando ao carro..., meninas que carro é esse!! Só falta falar! O piloto automático é tudo! Você aperta um botão na direção e esquece! Ótimo pra gente programar a velocidade certa na estrada e não se preocupar com os radares (meu marido que o diga pela quantidade de multas).
Outro acessório que me chamou atenção foi o freio de mão, que não é de mão “é de pé”. Sem esforço, só uma empurradinha básica para baixo e ele trava. Outro toquinho, ele destrava. Chega de unhas borradas depois do salão. E por falar em unhas, aquela história de revirar a bolsa pra pegar a chave com o esmalte fresquinho, já era! Ela fica dentro da bolsa e basta chegar perto do carro que ele destrava sozinho. Se aqui fosse o twitter eu dava um #tudodebomisso!
Um detalhe indispensável para nós, mulheres atarefadas que saímos de casa com tudo pendurado no pescoço, inclusive a bolsa de maquiagem, geralmente terminada no carro: espelho e luzinha no quebra-sol do motorista e do passageiro. Agora sim a gente pode sair do trabalho e se maquiar no carro enquanto o semáforo não abre. Linda na balada, forever!
No banco do passageiro, faltou o conforto dos controles elétricos, que também inflam na parte lombar, o que é ótimo para a hora do rush. Porque só no banco do motorista? Quando eu dirigia, tudo bem, mas de passageira... aff, esse negócio de puxar manivela não dá!
Gostei do espaço para esticar as pernas com o pé no painel (duvido que você não faça isto!) enquanto o marido presta atenção na estrada é muito bom e o banco reclina o suficiente para uma soneca gostosa. E se vocês estiverem viajando à noite, o teto solar duplo te dá uma visão incrível do céu e das estrelas. Só não vai esquecer do marido dirigindo, coitado!
Enfim, para mulheres que gostam de SUVs, assim como eu, mas se incomodam com grandalhões como o Santa Fé, Veracruz, Range Rover, SW4, Dodge Journey, entre outros, a nova Sportage não deixa nada a desejar pois, além de ser mais compacta, tem um design maravilhoso! Ou como diríamos nas mídias digitais #euqueroumapramim. Troca o Cerato, amor?"
18 fevereiro 2011
10 novembro 2010
A lição do rato
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema
para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa
fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas
minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua
vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra
venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente
ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que
uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o
ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram
visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca,
para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um
problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que
quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema
para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa
fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas
minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua
vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra
venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente
ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que
uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o
ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram
visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca,
para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um
problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que
quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
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08 novembro 2010
Voltei!!
Nesse tempo que eu sumi, muita coisa aconteceu e tudo me fez pensar no que realmente vale a pena, a resposta? EU
Morar num lugar novo não é fácil e, graças a Deus, São Paulo é tudo de bom, com todas as suas facilidades e gente amigável. Isto tornou as coisas suportáveis. Tanto que não penso em ir embora.
Mas vamos combinar que começar tudo denovo é um saco! Novas amizades, novo trabalho, nova vida!! Tem quem adore, eu prefiro a rotina do que já tinha.
Demora fazer amizade de verdade, saber a hora certa de falar ou não falar... sou péssima nisso, falo geralmente antes da hora e sem pensar, minha sinceridade mais atrapalha que ajuda. Bom...ninguem é perfeito, por que eu seria??
E quando a gente expõe os sentimentos sempre é esperando uma determinada resposta, já percebeu? E 99,9% das vezes, escutamos exatamente o contrário e, no final, mesmo tendo um retorno ignorante do outro, a culpa é sua, claro...foi você quem começou a brincadeira, agora aguenta!
Pois agora? O lance é não falar nada? Engolir seco a atitude torta daquele seu amigo, do seu amado ou do sei lá...do papa?! Há ta, eu poderia ter colocado as palavras de um jeito diferente, mas poxa F O I E X A T A M E N T E I S T O Q U E E U Q U I S D I Z E R! A outra pessoa que seja mais sensível e perceba que vacilou, que eu estou chateada (com ela) e que neste momento soltar algo do tipo: “desculpa, não quero te magoar, mas eu estou tão chateada com você, voce pode me ouvir?”. Ah Vá! Não dá!
Quem em meio a decepção, ou raiva, ou mágoa, pensa com a razão e não com a emoção? Gandhi...Chico Xavier...tô bem longe deles e você também cara pálida (vem não!)
Pra sintetizar, cada dia tenho mais certeza que não adianta esperar que os outros façam por mim o que eu estou disposta a fazer por eles (esta é a minha verdade, pode não ser a sua), mas eu não vou mudar, vou continuar fazendo, afinal tô contando meus pontinhos no céu (e na minha consciência) e quem quiser, que dê valor.
Por que eu entendo que amizade ou amor verdadeiro é aquele que entra quando o resto do mundo sai.
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